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Em uma entrevista sobre “Cart” para a Cine21 você mencionou “10 minutes” (2013) do diretor Lee Yongseung. Você sentiu algo novo depois de assistir o filme?

Este foi o primeiro filme que me fez sentir o desejo de ser um protagonista, e quando eu li o roteiro de “Room No.7” eu nem sabia que era do diretor Lee Yongseung. Fiquei assustado ao saber que “10 Minutes” e “Room No.7” eram do mesmo diretor depois de gostar tanto do roteiro de “Room No.7”. Isso me fez querer fazer parte dele ainda mais. A maior razão pela qual eu disse sim era porque Taejeong estava desgastado e desesperado, um personagem que eu não tive a chance de interpretar ainda.

 

Em “Cart” e agora em “Room No.7” você não está sendo pago propriamente pelo seu emprego de meio período (risos). Na conferência de imprensa para “Room No.7” você disse que se mantinha pegando papéis semelhantes, não porque você estava particularmente atraído por histórias azaradas, mas porque você gostou de histórias sobre pessoas que vivem suas vidas – mas essas histórias também não poderiam ser alegres e felizes?

Gostaria de fazer parte de histórias alegres e felizes, mas há tantas pessoas que não conhecem trabalhadores temporários. Posso fazer os outros saberem sobre problemas sociais através dos projetos que eu escolho atuar. Me conscientizei através de filmes como “10 Minutes”. Seria bom se os espectadores [de “Cart” e “Room No.7”] pudessem experimentar isso também.

 

É difícil dizer que o senso de humor de “Room No.7” é popular na Coreia. Parece provável que este filme exigiu atuar em um tom que não é frequentemente encontrado.

Eu não pensei que tinha que fazer algo de propósito para fazer com que os espectadores riem. E, às vezes, em algumas situações, Dooshik e Taejeong ficarem sérios contribuiu com humor. Eu tentei não exagerar, e apenas pensar se a ação e o pensamento estavam certos para o momento. Após o lançamento do filme procurei a resposta. Cada expectador encontrou uma cena diferente divertida e algumas dessas cenas não eram para ser engraçadas. Fiquei surpreso com o que acharam divertido, isso me fez reavaliar as coisas. E a atuação tornou-se ainda mais atraente.

 

Você mantinha uma vida normal antes de estrear no EXO após cerca de um ou dois anos de treinamento. Você provavelmente não foi forçado a crescer com as mesmas dificuldades que os personagens que você interpretou, então, como você abordou essa lacuna?

Quando olho para o roteiro, todas as dores do personagem estão lá para ver. Eu continuo buscando os sentimentos e facetas que podemos ter em comum. Se nos identificamos, coloco minhas próprias emoções na atuação, mas se eu simplesmente não sei o que fazer eu tenho muitas conversas com o diretor. Eu deveria estar colocando minhas próprias emoções no papel, mas eu descubro novas em vez disso. É assim que estudo atuação.

 

Algum de seus atores seniores comentou algo sobre você ter uma vantagem em ser um cantor ídolo?

Atuando com meu corpo? Porque os atores geralmente não dançam. Algo que você faz constantemente como dançarino-cantor é memorizar movimentos e gestos. Então me disseram que eu pego coisas como essas mais rapidamente do que outros.

 

“With God” vai ser lançado em dezembro, e atualmente você está filmando “Swing Kids” com o diretor Kang Hyungcheol.

O soldado Won de “With God” é o mais triste e deplorável dos personagens que conheci até agora. Eu não acho que haverá alguém tão triste quanto ele nos meus futuros projetos (risos). Para “Swing Kids”, o personagem em que estou atuando é o oposto completo. Ele é muito viril e chamativo até o fim.

 


Fonte: Cine21 (21.11.2017)
Tradução em Inglês: fydk-translations
Tradução em Português: D.O. Brasil

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